Antes de me tornar mãe, eu era bastante caseira. Quando não tinha de ir trabalhar, fazer compras, jantar em casa de amigos ou visitar a família, apreciava muito o facto de ficar tranquilamente em casa, e o mesmo acontecia com o meu companheiro.
Desde que o nosso filho nasceu, pelo contrário, e cada vez mais à medida que cresce, é raro ficarmos fechados em casa o dia todo (e ainda bem!). Entre as sessões de motricidade livre, a iniciação musical, o yoga pais-bebé e as tardes em casa das amigas (que quase todas têm filhos), os nossos dias estão bem preenchidos (e falo apenas da semana, quando estou sozinha com o meu rapaz). Mas, mesmo tendo um grande jardim, damos rapidamente a volta a ele e, sendo a erva do vizinho sempre mais verde (literalmente), expandir o nosso território tornou-se rapidamente indispensável. Ainda bem, porque para isso existe um lugar que se poderia qualificar de the place to be para as crianças e que se chama: o parque.
Ah, como o parque é simpático! É grande, é verde, está cheio de árvores e erva, encontramos pedras, às vezes areia, muitos brinquedos e sobretudo outras crianças (e pais)! É um lugar onde nos sentimos menos sufocados e mais livres nos nossos movimentos. Perto de nós há precisamente um, particularmente agradável (vivemos no campo), verdadeiramente preservado, e é sempre com muito prazer que lá nos dirigimos. No início, quando o meu rapaz tinha apenas alguns meses e só quando estava muito bom tempo, instalava-o, bem quentinho, no wrap de porteo, e íamos passear meia hora ou uma hora pelo menos três vezes por semana (em geral ele dormia, por isso era sobretudo eu a aproveitar a paisagem). À medida que foi crescendo, começou a ficar acordado por mais tempo, e as saídas ao parque ou mesmo às pracetas (uso o plural porque testámos várias) tornaram-se verdadeiros momentos de prazer para ele (o que não o impede de adormecer contra mim no final do passeio, ou contra o pai, quando estamos os três). A única diferença é que há alguns meses trocámos o wrap pelo porta-bebé, mais rápido e fácil de colocar segundo nós, sobretudo depois de a sua bacia ter começado a abrir naturalmente. Falando de dormir, precisamente, noutro dia e apesar de um frio de rachar, juntámo-nos a um casal de amigos e aos seus dois filhos num parque perto de nós (mais um, estamos bem servidos!). Instalámo-nos na erva, numa manta, com cobertores bem quentes sobre as pernas, chá e bolachinhas, e conversámos tranquilamente, enquanto os dois filhos dos nossos amigos brincavam e o nosso filho… dormia no porta-bebé. Ao todo durou bem duas horas, mas o nosso rapazinho estava tão bem instalado, aconchegado ao pai, que mal viu a cor do céu, demasiado ocupado a sonhar…
Hoje, com treze meses, acabou de descobrir a marcha, e é para ele uma nova forma de encarar os passeios. Vê as coisas de forma diferente, está (apenas um pouco) menos interessado nos fios de erva e nas pedrinhas que adorava arrancar e apanhar (provavelmente em breve serão os seus bolsos que as guardarão, mas isso será para mais tarde), e parece apreciar ainda mais as saídas em geral. Veja também o nosso artigo sobre as férias com bebé!
Bons passeios em família
Para descobrir os nossos wraps de porteo AQUI